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Agregador de Pesquisas Eleitorais

Presidente do Brasil 2026

Média ponderada das pesquisas de intenção de voto. Os números são um retrato em , a data da pesquisa mais recente.


Resultado do agregador

Votos válidos: excluem brancos, nulos, indecisos e quem não vai votar.
Votos totais: mostram os percentuais como foram divulgados.

Evolução da intenção de voto no 1º turno (estimulado)

Clique numa legenda para mostrar/ocultar a margem de erro e os pontos daquela série.

Filtros Rápidos
7 dias

É a meia-vida das pesquisas: o tempo que leva para o peso de cada pesquisa cair pela metade no agregador.

Período exibido
deaté
Institutos no agregador
Os critérios dos grupos estão no FAQ.
Peso dos institutos

Com peso por grupo, cada pesquisa conta 1,0 no Grupo 1, 0,8 no Grupo 2, 0,6 no Grupo 3 e 0,4 no Grupo 4. Com pesos iguais, todos os institutos contam o mesmo.

Probabilidades

Análise do cenário atual (IA)Leitura do momento da disputa e dos movimentos recentes do agregador, redigida por inteligência artificial.
Ajustar a metodologiaLigue e desligue critérios, ajuste o peso de cada instituto e troque de preset, e veja os números acima mudarem.

Os presets buscam reproduzir a filosofia dos principais agregadores; qualquer ajuste passa para “Personalizado”.

7 dias
Institutos no agregadorVeja e ajuste o peso de cada instituto, inclua ou exclua casas e consulte o viés estimado de cada uma.

Seleção rápida
InstitutoPesquisas no períodoInfluência

Marque ou desmarque cada instituto para incluí-lo no cálculo do agregador. A seleção rápida marca de uma vez o padrão do agregador, que reúne os Grupos 1 e 2, só o Grupo 1, os Grupos 1 a 3, ou todos os institutos. Os Grupos 3 e 4 ficam desligados por padrão.
A influência (0 a 1) define quanto cada instituto contribui para a média ponderada quando essa opção está ativada. O valor inicial segue o grupo de cada instituto, explicado no FAQ “Como os institutos são classificados?”, e pode ser livremente ajustado pelo usuário.
O viés do instituto (house effect), desenhado no gráfico acima, estima o desvio sistemático de cada casa em relação ao conjunto das demais pesquisas. A estimativa sai só das pesquisas do próprio agregador, com cada casa comparada à tendência formada pelas demais e as correções centradas para não deslocar o nível geral. O ajuste pesa mais quando o instituto tem mais rodadas publicadas. O gráfico mede o desvio na margem entre os dois primeiros colocados, estimado sobre a própria margem, enquanto a correção que o modelo aplica às curvas é calculada candidato a candidato. Os dois números podem diferir por alguns décimos.

Pesquisas publicadasTodas as pesquisas, com instituto, datas, amostra e resultados. Clique no “+” para abrir o detalhamento.
InstitutoCampoAmostraOutrosVantagem
Perguntas frequentesComo o agregador funciona, o que cada número significa e quais parâmetros o modelo usa.
O que é um agregador de pesquisas?
Em vez de olhar uma pesquisa de cada vez, o agregador combina vários levantamentos numa estimativa única. Como os erros aleatórios de pesquisas diferentes tendem a se cancelar, o conjunto costuma ser mais estável e menos sujeito às oscilações de uma pesquisa isolada.
Por que o resultado pode diferir da última pesquisa divulgada?
Porque ele não considera apenas a pesquisa mais recente: combina várias. Isso suaviza o resultado, então o agregador não acompanha de imediato o pico de um levantamento isolado. Em troca, fica menos sujeito a sustos de uma única pesquisa que mais tarde pode não se confirmar.
Como cada pesquisa é ponderada?
Pelo peso de informação que cada uma carrega. O modelo considera quatro fatores, todos ajustáveis em “Ajustar a metodologia”.
Amostra: pesquisas maiores carregam mais informação e pesam mais. O cálculo usa a variância amostral de cada levantamento, inflada por um fator que reflete a amostragem por cotas usada no Brasil, com teto de 2.000 entrevistados.
Recência: a curva é estimada por um modelo dinâmico em que a posição da disputa evolui dia a dia, de modo que pesquisas antigas informam menos sobre o presente. O controle de meia-vida regula a flexibilidade dessa evolução.
Influência do instituto: um parâmetro metodológico ajustável, definido pelo grupo de cada instituto, que reduz o peso estatístico das casas com influência menor que 1.
Viés do instituto: uma correção estatística opcional que estima diferenças sistemáticas de cada casa em relação às demais e as desconta do cálculo.
Qual a diferença entre votos válidos e totais?
Votos totais mostram os percentuais como foram divulgados, incluindo indecisos, quem pretende votar branco ou nulo e quem declara que não vai votar.
Votos válidos excluem esses grupos e reescalam o restante para somar 100%. É a base utilizada pela Justiça Eleitoral para definir a necessidade de segundo turno e o formato mais comparável ao resultado oficial da apuração.
O que é a faixa sombreada no gráfico?
É um intervalo de incerteza de cerca de 90%, calculado pelo modelo estatístico. Ele soma três fontes: o erro amostral das pesquisas, a incerteza da própria tendência, que cresce quanto mais a série oscila de um mês para o outro, e um erro sistemático estimado a partir do quanto os institutos divergem entre si naquela série específica. Por isso o intervalo alarga onde há menos pesquisas, onde a curva se move mais e onde os institutos discordam mais, e é bem mais largo em Sem candidato, que é a fatia em que as metodologias mais divergem. Nos percentuais baixos ele fica assimétrico, com mais espaço para cima do que para baixo, porque uma intenção de voto não pode ser negativa.
Quando as faixas de dois candidatos se sobrepõem, a diferença está dentro da margem de incerteza e há empate técnico. É exatamente esse o teste usado no quadro Vantagem, de modo que o rótulo sempre corresponde ao que o gráfico mostra. Já as probabilidades incluem uma parcela extra para o risco de erro compartilhado pela maioria dos institutos, fenômeno documentado em eleições passadas, e por isso costumam apontar disputa mais aberta do que a leitura direta das faixas.
Por que o intervalo de incerteza (faixa sombreada) não é constante?
Porque a incerteza depende da quantidade e da concordância das pesquisas disponíveis em cada momento. Quando há poucas pesquisas ou quando os institutos apresentam resultados muito diferentes entre si, o intervalo tende a aumentar.
Por outro lado, quando existem várias pesquisas recentes apontando resultados semelhantes, a incerteza diminui e a faixa fica mais estreita.
O que é a correção de viés do instituto?
Alguns institutos podem apresentar diferenças recorrentes em relação ao conjunto das demais pesquisas, fenômeno conhecido como house effect. A correção de viés estima esses desvios comparando cada instituto à tendência formada exclusivamente pelas demais casas, e as correções são centradas para que não desloquem o nível geral do agregador.
A estimativa é calculada exclusivamente a partir dos dados disponíveis no agregador, sem qualquer avaliação subjetiva. O ajuste recebe maior peso para institutos com mais rodadas publicadas e menor peso quando há poucas pesquisas, e a incerteza dessa estimativa também é incorporada à faixa de incerteza do agregador.
Seu objetivo é apenas harmonizar diferenças persistentes entre institutos. Ela não representa um julgamento de qualidade nem corrige erros que sejam compartilhados pela maioria das pesquisas.
Por que existe um ajuste de influência dos institutos?
Os institutos diferem em aspectos como tempo de atuação, trajetória em eleições anteriores, grau de reconhecimento público, frequência de divulgação de pesquisas e independência em relação a quem as contrata. O ajuste de influência permite que essas diferenças sejam refletidas na média ponderada do agregador.
Esse parâmetro não deriva de um ranking estatístico de acurácia nem pretende estabelecer quais institutos são “melhores” ou “piores”. Seu objetivo é apenas calibrar o peso relativo de cada fonte, reduzindo a possibilidade de que institutos com atuação muito limitada ou esporádica exerçam a mesma influência de organizações amplamente conhecidas e acompanhadas ao longo dos anos.
Como não existe evidência consistente de que o desempenho passado dos institutos brasileiros permita prever sua precisão futura, os pesos devem ser entendidos como uma escolha metodológica transparente e ajustável pelo usuário, e não como uma certificação de qualidade ou credibilidade.
Como os institutos são classificados?
Para facilitar o ajuste de influência, os institutos são agrupados em quatro categorias, cada uma com influência fixa. O agregado padrão usa os Grupos 1 e 2; os Grupos 3 e 4 ficam desligados, e o leitor pode incluí-los pela tabela de institutos. A classificação é editorial e combina a trajetória de cada instituto em eleições anteriores com a confiança pública nas suas pesquisas, o que inclui saber quem as contrata e as divulga.
Grupo 1 (1,0): reúne institutos de referência, com trajetória consolidada em eleições gerais anteriores, presença constante no debate público e pesquisas contratadas ou divulgadas por veículos e instituições de grande alcance.
Grupo 2 (0,8): reúne institutos com trajetória reconhecida e menor projeção, incluindo organizações regionais que já acompanharam eleições gerais anteriores na mesma disputa, e também estreantes com série regular cujas pesquisas saem sob contrato com veículo ou instituição de reputação estabelecida.
Grupo 3 (0,6): reúne institutos para os quais se adota maior cautela, por terem trajetória curta ou pouca presença na disputa, ou por despertarem menos confiança pública, como no caso de quem paga as próprias pesquisas sem histórico que as respalde ou de quem tem dúvida registrada sobre seu financiamento ou sua independência em relação a quem o contrata.
Grupo 4 (0,4): reúne institutos com inconsistência objetiva documentada no registro das pesquisas ou reconhecida em decisão da Justiça Eleitoral.
Pagar a própria pesquisa não rebaixa quem tem trajetória, porque é prática comum também entre institutos de referência. Um pedido de suspensão ou uma liminar, sozinhos, não mudam a classificação, porque se tornaram instrumento comum de disputa entre as campanhas. Inclinar-se de forma constante para um candidato tampouco rebaixa um instituto, porque esse desvio é corrigido à parte, pelo ajuste de viés do instituto.
A classificação não constitui um ranking de qualidade nem deriva de uma avaliação estatística de acurácia. Trata-se de um critério transparente para calibrar a influência relativa de cada instituto no agregador, que o leitor pode alterar livremente na tabela de institutos.
Como as pesquisas são datadas?
Cada pesquisa é posicionada no último dia do trabalho de campo informado pelo instituto.
É possível filtrar períodos específicos no gráfico e consultar a lista completa das pesquisas, incluindo seus registros no TSE, na seção “Pesquisas Publicadas”.
Como as probabilidades são calculadas?
Por simulação. O modelo sorteia dez mil cenários compatíveis com as pesquisas, levando em conta o erro amostral de cada levantamento, a divergência entre institutos, a possibilidade de erro compartilhado por todos eles e a volatilidade própria da disputa até a eleição, que aumenta no período de propaganda eleitoral.
Os sorteios usam distribuições de caudas pesadas, que admitem surpresas maiores do que a curva normal, e testam destinos diferentes para os eleitores indecisos. A probabilidade exibida é a fração dos cenários em que cada desfecho acontece.
O que a linha do tempo das probabilidades mostra?
O gráfico principal tem duas visões. A estimativa de votos acompanha a intenção de voto ao longo do tempo; as probabilidades acompanham como a chance de cada desfecho foi mudando.
A linha das probabilidades sai das mesmas curvas do gráfico de votos. Para cada data ela pergunta qual seria a chance se a corrida estivesse naquele ponto, com o prazo que ainda faltava até a eleição, e usa a mesma simulação de dez mil cenários do quadro logo abaixo. Por isso o último ponto da linha é o número exibido lá, e a linha acompanha qualquer ajuste feito no painel de metodologia.
Como toda curva do agregador, ela é revisada para trás. Pesquisa nova muda a estimativa das semanas anteriores, e o gráfico mostra sempre a melhor leitura de hoje sobre cada momento passado, não o que teria sido dito naquele dia.
Um aviso de leitura. A muitos meses da eleição o modelo estima uma incerteza mais estreita do que o movimento que as próprias pesquisas registraram em janelas equivalentes, então a parte esquerda da linha deve ser lida como ordem de grandeza, e não como número fino.
O agregador prevê o resultado da eleição?
Não. O agregador resume as pesquisas disponíveis e procura estimar o estado atual da disputa eleitoral.
Ele não prevê acontecimentos futuros, mudanças de campanha, debates, eventos políticos ou alterações no comportamento do eleitorado até o dia da votação.
Quais constantes o modelo usa?
Para quem quiser auditar o modelo, estes são os parâmetros fixos do motor estatístico.
Erro amostral: efeito de desenho 1,5, que infla a variância amostral para refletir a amostragem por cotas; amostra de referência de 1.000 quando o peso por amostra está desligado; teto de 2.000 entrevistados.
Suavização: filtro de Kalman com suavizador RTS sobre uma grade de 2 dias; a volatilidade do processo é estimada de pares de pesquisas brutas; a meia-vida padrão é 7 dias e reescala apenas a suavização.
House effects: prior de 2 pontos para o encolhimento hierárquico, estimados por leave one out com soma zero.
Incerteza e probabilidades: intervalo de cerca de 90% (quantil da distribuição t de Student com graus de liberdade iguais ao número de institutos menos 1), construído em escala logit e por isso assimétrico nos percentuais baixos; erro sistemático por candidato igual a 0,75 da dispersão dos house effects daquela série, com piso proporcional a p(1-p) e teto de 3 pontos; piso de meia-banda de 3 pontos para a margem; erro sistemático compartilhado de 3 pontos na margem e 2 pontos por candidato nas simulações; 10.000 simulações de Monte Carlo; persistência de tendência amortecida em 30 dias; multiplicador de volatilidade de 1,5 a partir do início da propaganda eleitoral; saturação da variância projetada em 45 dias.
Quando os dados foram atualizados?
O agregador é atualizado conforme novas pesquisas são divulgadas e registradas no TSE. O conteúdo reflete os levantamentos disponíveis até a data da pesquisa mais recente exibida no gráfico e na tabela “Pesquisas publicadas”.
A lista completa de pesquisas consideradas, com instituto, datas de campo e registro no TSE, está sempre disponível na seção “Pesquisas publicadas”, e pode ser exportada em CSV para conferência.