Agregador de Pesquisas Eleitorais

Governo de Pernambuco 2026

Média ponderada das pesquisas de intenção de voto. Personalize a metodologia nos controles abaixo.


Resultado do agregador

Votos válidos excluem brancos, nulos e indecisos (a base da regra de 2º turno); votos totais mostram os percentuais como foram divulgados.

Evolução da intenção de voto no 1º turno (estimulado)
Exibe o intervalo entre a primeira e a última pesquisa do período selecionado, posicionadas pelo último dia de campo.
deaté
Clique numa legenda para mostrar/ocultar a margem de erro e os pontos daquela série.

Probabilidades

Estimativas em votos válidos, recalculadas conforme os controles de metodologia. Cada cartão responde a uma pergunta diferente; repare como “agora” e “até a eleição” não significam a mesma coisa.

Ajustar a metodologiaLigue e desligue critérios, mude o envelhecimento das pesquisas e o peso dos institutos, e veja os números acima mudarem.

Os presets reproduzem a filosofia dos principais agregadores; qualquer ajuste passa para “Personalizado”.

15 dias
Por quanto tempo uma pesquisa ainda “conta”: quanto maior, mais as antigas seguem pesando.

Institutos no agregador

InstitutoNúmero de PesquisasInfluênciaViés do instituto

Marque ou desmarque para incluir cada instituto no cálculo, e ajuste sua influência de 0 a 1 (o peso relativo dele na média, ativável no controle “Influência do instituto”).
O viés do instituto (house effect) estima o desvio típico de cada casa frente ao consenso das demais: um valor positivo indica que ela tende a superestimar João Campos; negativo, a superestimar Raquel Lyra. O cálculo é iterativo e desconta só parte do desvio, com desconto maior para institutos com mais rodadas (uma pesquisa isolada diz pouco). O valor só aparece com a “Correção de viés do instituto” ligada.

Pesquisas Publicadas

InstitutoCampoDivulgaçãoAmostraRaquel LyraJoão CamposOutrosVantagem

Perguntas frequentes

O que é um agregador de pesquisas?
Em vez de olhar uma pesquisa de cada vez, o agregador combina vários levantamentos numa estimativa única. Como os erros aleatórios de pesquisas diferentes tendem a se cancelar, o conjunto costuma ser mais estável e confiável do que qualquer pesquisa isolada. Este segue a escola da média ponderada popularizada pelo FiveThirtyEight e mantida hoje pelo Silver Bulletin.
Por que o resultado pode diferir da última pesquisa divulgada?
Porque ele não considera apenas a pesquisa mais recente: combina várias, dando mais peso às recentes e às de maior amostra. Isso suaviza o resultado, então o agregador não acompanha de imediato o pico de um levantamento isolado. Em troca, fica menos sujeito a sustos de uma única pesquisa que mais tarde pode não se confirmar.
Como cada pesquisa é ponderada?
Por três fatores, todos ajustáveis em “Ajustar a metodologia”. Recência: o peso de uma pesquisa cai pela metade a cada período escolhido (o “envelhecimento”). Amostra: pesquisas maiores pesam mais, pela raiz quadrada do número de entrevistados, com teto em 2.000. Influência do instituto: um peso editorial por casa, editável no quadro de institutos.
Qual a diferença entre votos válidos e totais?
Votos totais mostram os percentuais como foram divulgados, incluindo indecisos e quem pretende votar branco ou nulo. Votos válidos excluem esses e reescalam o restante para somar 100% — é a base da regra de 2º turno e o número comparável à apuração. O seletor no topo alterna entre os dois; as probabilidades são sempre calculadas em votos válidos.
O que é a faixa sombreada no gráfico?
É um intervalo de incerteza de cerca de 90%. Ele soma o erro amostral das pesquisas à divergência entre elas, com um piso mínimo para não passar uma falsa sensação de precisão. Quando as faixas de dois candidatos se sobrepõem, a diferença está dentro da margem e há empate técnico.
O que significam as três probabilidades?
São perguntas diferentes, sempre em votos válidos. Na frente hoje é um retrato do presente: a chance de cada candidato já estar à frente, considerando só a incerteza das pesquisas. Em 1º lugar em outubro e Decidida no 1º turno são previsões para o dia da eleição: além da incerteza (que cresce com o tempo que falta), elas projetam a tendência recente das linhas de forma amortecida. Por isso o favorito de “hoje” e o de “outubro” podem não ser o mesmo.
O que é a correção de viés do instituto?
Alguns institutos tendem a medir sistematicamente acima ou abaixo do conjunto (o chamado house effect). A correção estima esse viés típico de cada casa em relação ao consenso das demais e desconta parte dele — mais para quem tem muitas rodadas, menos para quem tem poucas. Ela apenas realinha os institutos entre si: não corrige um erro que a maioria cometa na mesma direção. Pode ser ligada ou desligada na metodologia.
Por que os pesos dos institutos são “editoriais”?
Porque não derivam de um ranking empírico de acurácia: no Brasil, o desempenho passado dos institutos tem baixo poder de prever o futuro. Por isso esses pesos variam pouco e servem apenas para calibrar quanto cada casa influencia a média, sem constituir aval ou desabono formal.
Como as pesquisas são datadas e quais entram?
Cada pesquisa é posicionada no último dia do trabalho de campo, não na data de divulgação (que costuma vir alguns dias depois). Rodadas antigas sem registro de campo usam a data de divulgação menos dois dias como estimativa, marcadas como “estim.”. Dá para filtrar o período no gráfico e ver a lista completa, com o registro no TSE, na seção Pesquisas Publicadas.
Quais são as limitações?
A série reúne institutos bem distintos. As probabilidades dependem de hipóteses sobre o futuro (a volatilidade, fixada em 5,5 pp por mês na margem, e a projeção de tendência) que podem não se confirmar. E a faixa de incerteza não captura um erro sistemático que a maioria dos institutos compartilhe, como já ocorreu em eleições passadas. Pesquisas são um retrato do momento, sujeitas a erro; este agregador não é uma previsão garantida do resultado.